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SHOW

Data: 28/01/2012

Hora: 18h

Valor: $10

Local: Visca Sabor e Arte

Endereço: Rua Guedes Cabral, 123, Rio Vermelho. Salvador/BA

Arte por Vanessa Michelis e Lina Alves

Arte por Vanessa Michelis e Lina Alves

BANDAS

Estamira (DF)

A mulher Estamira, que inspirou o nome desta banda, é alheia ao mundo – o mundo dito “são”. E, por mais que o olhar fechado de fora tente trazê-la para o “real”, o lado inconsciente insiste, como um fantasma, em lembrá-la do que realmente lhe faz sentido. Ela é a manifestação de um interior furioso nascido de um passado marcado por situações de sofrimento, assim como a vida de todas que compõem a banda, mesmo que estas vidas também tenham sido preenchidas por lapsos do que chamam de felicidade.

A banda Estamira pode ser entendida como um “lugar”, uma idéia, um estado de espírito onde o ser humano pode ser mais autêntico. Somos como um desconforto, talvez aquilo que as pessoas não querem ver. Isto porque este projeto é resultado da união de seis mulheres que ousaram e ainda ousam ocupar um espaço que ao longo da história do rock nunca lhes foi destinado: o palco.

Cada uma, a seu modo, confrontou ao longo de sua própria história de vida os padrões socialmente impostos às mulheres. Suas próprias existências, tal como se dão, já é uma afronta às expectativas sociais do “ser mulher”. Neste contexto, montar uma banda composta só por mulheres deixa de ser um “radicalismo ultrapassado” para se tornar mais uma forma de ativismo.

Além do som que se pretende pesado e de letras instigantes, todas as integrantes da banda já contribuíram de diferentes formas para a produção artística de Brasília e decidiram, mais uma vez, criar algo de qualidade e, principalmente, original.

Estamos juntas desde 2007, tendo realizado shows em todo o DF, em cidades como Valparaíso, Gama, Ceilândia, Brasília, Planaltina, Taguatinga, Granja do Torto e Recanto das Emas. Participamos, inclusive, de festivais importantes, como II Encontro Hardcore Extremo Oeste, em Cuiabá/MT; 24º Ferrock, em Ceilândia; 5º Quaresmada,  Rock Sem Fronteiras, XII Porão do Rock, Móveis convida + Rolla Pedra e Festival Caça-Bandas, em Brasília; 10º Rock Cerrado do Gama e Duelo de Bandas do Gama, tendo neste vencido a disputa em 1º lugar.

No momento estamos compondo músicas novas para que saia o tão esperado CD da banda.

Estamira é: Clarissa Carvalho – Guitarra; Camila Soato – Baixo; Maiara Nunes – Bateria; Ludmila Gaudad – Vocal; Sara Abreu – Guitarra

Bertha Lutz (MG)

Banda de hard core feminista formada em 2008, que manda um som simples, direto e com muita atitude. Com letras sobre feminismo e sua prática e também sobre sentimentos do dia-a-dia. De modo geral sempre incentivando e chamando as garotas para a luta.

Inspiradas por bandas como Dominatrix, Bikini Kill, Bulimia, Team Dresch e pelo movimento Riot Grrrl, a idéia da banda desde seu início era unir hard core, feminismo e ativismo em seus shows.

Em quase 4 anos de atividades a banda Bertha Lutz já participou de diversos eventos com temática feminista, inclusive da primeira edição do LADYFEST BH em 2010. Atualmente suas integrantes participam da organização de eventos feministas na cena underground musical de Belo Horizonte e da articulação do Coletivo Feminista Cultural NADAfrágil.

Sapamá (RS)

Sim, a Cala Boca, Zébedeu virou SAPAMÁ, banda de krust-dyke-queer core. Por inúmeros motivos, mesmo não tendo motivo algum. Estamos tocando, criando, brincando e amando tudo, como sempre. Algo diferente disso estaria fora de cogitação. Sem rótulos, sem especifismos, apenas o amor à música e usando a raiva para construir uma nova forma de vida sem ismos autoritários e opressivos. Somos uma banda, um conjunto, ou apenas três amigas criticando tudo o que nos agride diariamente, de forma direta ou indireta.
SAPAMÁ é Bibiana, nos vocais e guitarra, Lú Barata, vocais e baixo, e Nina, vocais e bateria.

Macumba Love (BA)

A Macumba Love é uma banda formada por 4 mulheres que se encontraram para resgatar o espírito rock juvenil nelas adormecido. Com o nome inspirado num filme trash da década de 60, a Macumba Love traz como prioridade a diversão dos momentos compartilhados entre meninas, cada vez mais escassos no dia-a-dia da vida adulta. Suas maiores influências são as bandas de rock femininas / riot grrrl dos anos 90.

Mahara (BA)

Mahara , assim é conhecida Patrícia Moreira, num circulo cultural chamado Hip-Hop. Apaixonada pela escrita desde a infância, a estudante de pedagogia descobriu que poderia unir o útil ao agradável a adicionar batidas e ritmos à sua poesia e expressar o que sente musicando seus poemas e transformando-os em Rap (a marcante música que estourou para fora dos guetos norte-americanos em meados dos anos 90). Com fortes influências do Jazz, Reggae e do Blues, suas músicas seguem uma nova tendência dentro do estilo: a liberdade do discurso, deixando de lado cartilhas ou clichês, seus sons cumprem um outro papel na cena, são intimistas, suaves, sem o peso do protesto e revolta presentes em boa parte dos registros do gênero. Nem melhor, nem pior, apenas outro conteúdo para o formato musical que tem fortes ligações com a rua e suas agruras.

Expressando seus sentimentos como mulher, amante, guerreira e acima de tudo, como um ser humano em busca de evolução espiritual, a MC surge para o cenário local em 2009, quando de fato começa a circular nos palcos alternativos da cidade. Bastante familiarizada com o ecossistema do rap soteropolitano, não tardou a destacar-se como mais um nome de peso que eclode na excelente safra de novos artistas da terra. Sendo muito bem qualificada pela mídia especializada, Mahara  está preparando a festa de lançamento do álbum intitulado: “Na trilha, um por um, Deus por Todos”. Seu primeiro álbum   contém  10 faixas mais uma intro  conta com produções de diversos beatmakers da cidade, e promete surpreender extrapolando as fronteiras do rap, alcançando um novo público.

Munegrale

O Grupo de Rap Munegrale nasceu em 2005 com essência no rap e ritimologia original surgida a partir da mistura com samba, cordel, embolada, soul, blues, ragga, afoxé e outros ritmos tradicionais afrobrasileiro. A proposta do Munegrale é ressignificar e dizer em alto e bom som ‘o que é que a baiana tem?’ Com a batida forte e levada dançante o grupo é formado por Simone Gonçalves (Negramone), Carla Santos (Kaianapaz), Deyse Ramos e conta com a parceria especial do DJ Bandido e da contrabaixista Zinha Franco.

Reabilitação Sociedade Anônima

Reabilitar-se do mundo através da música. Com essa proposta simples, a banda Reabilitação S/A chega ao cenário musical de Salvador, fazendo o que gosta de chamar de Rockzinho Ê, um rock direto e divertido, que mescla elementos do pop-rock, do punk e com uma pitadinha generosa de feminismo. Nascida no segundo semestre de 2011, arrancada a fórceps do útero, a banda manda um som simples, expressado através de músicas autorais e releituras de artistas brasileiros.
Com o nome inspirado em um hit de Amy Winehouse e letras que falam sobre amor, sexo e sobre a condição humana, a Reabilitação convida todo mundo para a sua Sociedade Anônima, onde impera o bom e velho rock and roll.
Integrantes: Amanda Julieta (Vocal); Elen Rebeca (Baixo); Danilo Ramos (Bateria); Laila Cristina (Guitarra); Karina Matos (Guitarra)
3 Comentários leave one →
  1. Nat permalink
    dezembro 26, 2011 10:25 am

    Que orgulho! 🙂

    uh uh é Bertha Lutz!

  2. Dani permalink
    janeiro 3, 2012 4:39 pm

    Reabilitação Sociedade Anônima mandando ve! \o/

Trackbacks

  1. FESTIVAL VULVA LA VIDA 2012 « boadeguerra

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