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Sem pátria, sem marido, sem patrão: a luta das feministas autônomas e das anarquistas ontem e hoje

Data: 28/01/2012

Hora: 14h

Local: Faculdade de Educação da UFBa (Av. Reitor Miguel Calmon S/N Vale do Canela)

Proponente: Mabel Dias (Coletivo Teimosia)

Esta roda de diálogo tem como objetivo trazer à tona a história e a importância das mulheres anarquistas e do anarcofeminismo, e através deste debate, poder resgatar a sua vivência para os dias atuais. No Brasil, no auge do movimento anarquista, as mulheres participaram ativamente do mesmo, seja ao lado dos companheiros ou sozinhas em diversas ações de caráter libertário, contribuindo para a construção do que alguns/algumas definem como anarcofeminismo. Nos anos 90, as anarquistas e anarcopunks organizaram diversos grupos anarcofeministas em diversas cidades brasileiras, e disseminaram esta idéia, que se mantêm viva até hoje.  Em outra ponta desta luta, estão as feministas autônomas, que é uma corrente dentro do movimento feminista, mas que se caracteriza, justamente, pela sua autonomia de governos, estados, partidos e tem afinidades com a política anarquista. Para as feministas autônomas, a autonomia não se alimenta de dogmas nem de mandatos, porque ela escapa a toda regulação e a todo intento de subtração da singularidade e de responsabilidade como sujeitas históricas comprometidas com outras formas de fazer e de estar no íntimo, no privado e no público.

E onde estão as anarcofeministas e feministas autônomas hoje? Onde estão as expressões, ações feministas não institucionais? O feminismo perdeu o seu traço crítico, ao se ligar a partidos políticos e a governos?

Por Mabel Dias – jornalista e anarcofeminista. Publicou o zine Libertare, produziu vídeos e atualmente organiza o blog Senhora das Palavras, que aborda o universo da comunicação, feminismo e política. Editou seis números de um fanzine sobre as mulheres anarquistas e anarcopunks, do Brasil e do mundo, que foram transformadas em duas cartilhas,com o título “Mulheres Anarquistas: o relato de uma história pouco contada”, publicadas pela Imprensa Marginal (SP) em parceria com Marina Chen.

2 Comentários leave one →
  1. janeiro 3, 2012 2:32 pm

    que legal, Mabel! tería gostado de mais estra ai com vcs
    um forte abraço!

Trackbacks

  1. FESTIVAL VULVA LA VIDA 2012 « boadeguerra

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