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Programação 2011

Dia Horário Atividade Local Valor
Quarta 19/01 14h Oficina de contrabaixo Espaço Raul seixas
16h Bate-papo: mulheres e a bicicleta como meio de transporte Espaço Raul seixas
19h Exibição do documentário Don’t Need You Sala Alexandre Robatto
Quinta 20/01 14h Oficina de dança de rua e rap Espaço Raul seixas
16h Moda, feminismo e estética na contra-cultura Espaço Raul seixas
19h Exibição do filme “Girls Rock!” Sala Alexandre Robatto
Sexta 21/01 14h Oficina de Fanzine Espaço Raul seixas
16h Oficina Feminismo e Pornografia Espaço Raul seixas
19h Exibição do documentário Ladyfilmine Sala Alexandre Robatto
Sábado 22/01 10h Oficina de WenDo Espaço Raul seixas
13h Mesa “Ativismo musical e Riot Grrrl no Brasil” Espaço Raul seixas
17h Show Casa de Arte (Pelourinho) 15 reais
Domingo 23/01 09h Oficina “Comensalidade, Veganismo e Mulheres” Cozinha da Cooperativa de Rango Vegan (Pelourinho) 7 reais
14h Oficina de graffiti e arte urbana Cozinha da Cooperativa de Rango Vegan (Pelourinho) 10 reais
15h Assembléia de auto avaliação dos 5 dias de festival Cozinha da Cooperativa de Rango Vegan (Pelourinho)
17h Retome as Ruas Bairros a serem definidos na oficina de Graffiti

Observações:

-Todas as oficinas serão direcionadas apenas para mulheres.Para participar, é necessária a inscrição prévia através do e-mail nalaminadafaca@gmail.com . Por favor, informe no assunto o título da oficina.

-Show e exibições de filmes serão abertos para todas e todos.


Quarta (19/01)

14:00 h  – Oficina de contrabaixo para meninas por Mariana Buente

Esta oficina é destinada à mulheres que nunca tiveram contato com o instrumento. As aulas serão explicadas de forma didática no esquema passo a passo e de forma muito interativa, deixando assim o curso muito mais agradável e amigável.

Objetivos da oficina: Demonstrar o que é um contrabaixo ( como ele é feito, origem e um breve histórico; posicionamento das mãos, postura ao tocar instrumento; apresentar toda a escala presente no instrumento; fazer exercícios básicos de posicionamento de mãos e de escalas e apresentar as escalas maiores. Como requisito, é necessário levar o instrumento.

16h Bate-papo: mulheres e a bicicleta como meio de transporte

bate papo sobre bicicleta e gênero

somos a banca Autoras do Fato, ritmo y poesia do cerrado. som de revolta kontra o sistema.
a quadrilha de bicicletas. viemos pedalando pro nordeste pra enkontrar os sons e as idéias das pessoas que tão se movimentando por aqui. vamo chegá junto neste festival de cultura feminista pra trocar experiencias a partir de nossas vivências com outras manas e manos que tiverem a fim de falar sobre os jeitos que movimentamos nossos korpos kontra o capitalismo machista e racista.

19h Exibição do documentário “Don’t need you”

Don’t Need You. De Kerri Koch. EUA, 2005. 40min. Legendas em português.
“Don’t Need You” é um documentário que conta a história das origens do Riot Grrrl no cenário da música independente norte-americana da década de 1990, e como esse movimento feminista evoluiu para uma rede underground de educação revolucionário e auto-conhecimento através da música , da escrita, do ativismo e da comunidade favorável às mulheres (women-friendly). O filme proporciona ao público a oportunidade de conhecer figuras-chave ao desenvolvimento do Riot Grrrl e ver por si mesmo como essas mulheres mudaram a história da música e do feminismo pra sempre. O filme apresenta entrevistas individuais intercalados com raros materiais de arquivo, incluindo fanzines Riot Grrrl originais, folhetos e fotografias, bem como imagens raramente vistas de bandas pioneiras como Bikini Kill, Heavens to Betsy, e Bratmobile.

Quinta (20/01)

14:00 h – Oficina de Dança de Rua– B.Girling e Rap ₺uma pergunta para cada resposta em altura₺ por Simone Gonçalves

O Hip-Hop é um movimento sócio-politico-cultural representado por mulheres e homens jovens que reuni um conjunto de quatro formas artísticas distintas chamadas de elementos: música (rap), dança (break), artes plásticas (grafite) e discotecagem (Disc jóqueis, ou DJ). O Hip-Hop tem atuado no sentido de mudar o comportamento da juventude em relação aos mitos da democracia racial, masculinidade, machismo, feminilidade, da liberdade sexual e da harmonia entre dominantes e dominados (as).

Partindo deste ponto, esta oficina de Dança de Rua e Rap em que nomeio de ₺uma pergunta para cada resposta em altura₺se propõe trabalhar o corpo e suas possibilidades comunicativas a fim de estimular as participantes superar as dificuldades encontradas em quanta afirmação das suas identidades nos espaços de poder. Utilizando a técnica do Rap onde estudamos a métrica e a poesia e o estilo B.girling caracterizado pelo Top Rock, Power Movie e Footwork que são movimentos fortes, rápido, decisivo e leves executados pelos movimentos acrobáticos trabalhando a coordenação motora com ritmo e a musicalidade.

Para participar desta oficina Dança de Rua e Rap as participantes deverão usar roupas de preferência blusa, calça, sortes e tênis confortável, adequada para a modalidade.

17:00h Moda, feminismo e estética na contra-cultura por Taline Pimenta

Este debate tem por objetivo tratar sobre moda e estética na sociedade, e de que forma o movimento feminista e a contra-cultura interagem com essa língua falada por todos e ao mesmo tempo desconhecida de todos.

A roupa não só protege (função), informa, embeleza, contesta (significa). Na condição de um fenômeno semiótico fala de seu usuário. Dos muitos símbolos e expressões, a roupa é uma das mais importantes linguagens não verbalizadas. Por ela as pessoas procuram comunicar para os outros, esta percepção de si, que demandam a integração social mediante o que é culturalmente aceito. A moda é um dispositivo social, portanto o comportamento orientado pela moda é fenômeno do comportamento humano generalizado e está presente na sua interação com o mundo.

Taline Pimenta: Formada em Design e gestão de Moda pela Universidade Salvador (Unifacs), atualmente trabalha como assistente de criação da estilista Carolina Galo. Em seu currículo consta trabalhos para o Shopping Barra como personal shopper e produção do desfile da Bananamaçã no Barra Fashion Mall 2010.

19h Exibição do documentário “Girls Rock!”

Girls Rock! De Arne Johnson e Shane King. EUA, 2007. 90min. Legendas em português.
“Girls Rock” é um documentário sobre o Rock ‘n’ Roll Camp For Girls, uma organização norte-americana que proporciona uma espécie de acampamento do rock para meninas de 8 a 18 anos. O filme registra o dia a dia de voluntárias e participantes durante o oficinas de guitarra, bateria e outros instrumentos.
No Rock ‘n’ Roll Camp, meninas na faixa etária de oito a 18 anos aprendem que “é 100% certo ser exatamente quem você é. ” As meninas têm uma semana para selecionar uma banda, um instrumento que elas podem nunca ter tocado antes, e escrever uma canção. Nesse meio tempo, elas são ensinados por garotas como Carrie Brownstein do Sleater-Kinney. No final da semana, todas as bandas realizam um show para mais de 700 pessoas.

Sexta (21/01)

14:00h Oficina de fanzine por Carla Duarte e Camila Puni

Fan (fã) Zine (revista) – Riot GRRRL e fanzine tem uma ligação extremamente forte. Nos anos 80’s e 90’s muitas idéias revolucionárias borbulhavam e o fanzine eras o meio de divulgar e criar novos olhares perante a sociedade. Quando ainda não existia a internet, e de uma maneira “Do it yourself”, os zines cruzaram muitos correios do Brasil e do mundo, dentro de cartas repletas de aroma, amor, revolução, respeito e união: aromas do Riot GRRRL. Em nossa oficina pretendemos trocar informações, instigar o senso crítica e indigná-las para que se soltem através de palavras. Podemos usar caneta, recortes, desenhos, história em quadrinhos, e sua criatividade. Fanzines são pequenos pedaços de abraços. São como a literatura proibida, que enxe os olhos de informação subversiva. É nessa época de blogs/post/frame/twitter que mais precisamos do underground e da subcultura.

É necessário que cada uma leve sua tesoura e caneta preta.

16:00h Feminismo e Pornografia por Natalia Soares

A oficina “Feminismo e Pornografia” tem como objetivo debater a produção feminista a respeito da pornografia, recuperando tanto a literatura que a condena, quanto as ideias das produtoras e diretoras de filmes pornôs feministas. Assim, a oficina consiste em refletir sobre a forma como compreendemos a pornografia –  especificamente filmes pornôs –, quais representações criamos, e como relacionamos os filmes pornôs que consumimos com nossa sexualidade.

19h exibição do documentário “Ladyfilmine”

Ladyfilmine. De Giulia Vallicelli. ITA, 2010. 30min. Legendas em português.
Trata-se de um pequeno documentário experimental sobre o evento feminista Ladyfest Roma, que em 2010 completou 10 anos de festival de música independente, política e artes com foco em feminismo e política queer. Foram quatro dias em quatro diferentes espaços da contracultura, contada por quatro vozes femininas, de garotas que decidiram retomar um lugar para expressar-se. Em parte preto e branco super8, em parte de cor digital, o documentário Ladyfilmine mostra o Ladyfest Roma através de diferentes olhares.

Sábado (22/01)

10:00 – Oficina de WenDo por Grupo WenDo Salvador

O WenDo é uma auto-defesa feminista, voltada só para mulheres. Surgiu no Canadá entre meados dos anos 60 e 70,e se dissipou pelos EUA e Europa, absorvido principalmente pelo movimento feminista/lesbiano da época e até então.Surgiu em uma família com tradições em diversas artes marciais, na qual houve um sentimento de indignação com o fato de uma vizinha ter sido estuprada e espancada até a morte dentro de sua própria casa. Apartir disso, essa família desenvolveu técnicas que não necessitassem de muita força, mas que uma alternativa como prevenção ou uma saída para situações de risco.

Os casos de violência doméstica, geralmente não tem visibilidade,e quando tem são banalizados, principalmente por não haver dados concretos, já que a maioria das agressões é cometida por pessoas muito próximas (irmão, pai, marido, patrão…), o que implica em questões familiares, financeiras e domésticas. Essas mulheres se sentem ameaçadas e emocionalmente apegadas para registrar uma denúncia. Assim explica-se a necessidade de ser restrito à mulheres, pois é inevitável prever quem vai ou não ser o agressor dessas vítimas.

Nas oficinas de WenDo incentivamos as mulheres a ficarem mais atentas,  se informar, fortalecerseus corpos com treinos, serem solidárias a outras mulheres. Vivemos numa sociedade competitiva no geral, e esta competição se acentua entre mulheres. Numa sociedade de guerras de classes, sexos, gênero e raças, temos que criar o nosso espaço para nos fortalecermos, discutirmos e ficarmos preparadas para a realidade do mundo afora. Somos ainda uma minoria, devemos ser mais espertas, pois não nos é permitido errar.Esperamos que nessa atividade que faremos no Festival Vulva La Vida possamos passar um pouco do que tratamos em treinos,faremos uma oficina de iniciação básica em uma dia do festival.

A defesa pessoal feminista tem como foco questões ligadas a temáticas do cotidiano feminino,temas como: assédio nas ruas, violência doméstica, sexual e institucionalizada, ganham espaço em treinos especificos, assim como, abordagens psicológicas e simulações (teatro do oprimido-Augusto Buaal).O WenDo agrega tanto a parte física quanto a parte psicologica, além de ser um espaço para bem-estar e interativiade social entra mulheres, através de conversas, jogos, exercícios e dinâmicas. Esse espaço estimula a auto-estima e desmistifica a incapacidade física das mulheres para lutas, pois, independente de condicionamento fìsico, biótipo ou sensiblidade, o mais importante é a força de vontade, determinação e satisfação no que fazemos.

13:00h Mesa-redonda: Ativismo musical e riot grrrl no Brasil

A mesa tem como objetivo explorar os contextos nos quais o ativismo musical feminista se desenvolveu no Brasil, um país com uma história e estrutura social muito distintas do contexto no qual o Riot Grrrl se desenvolveu originalmente (EUA). Como consequência, no Brasil o movimento (se é que pode-se chamar assim) adquiriu formato e conteúdo próprios, desenvolvendo uma dinâmica interna singular.
Voltando nosso olhar para experiências pessoais/políticas passadas e presentes, quais são as implicações disso para a “cena feminista” brasileira? Desde seu surgimento até hoje, o que mudou? Quais estratégias de enfrentamento ao machismo e misoginia tem funcionado (e quais não)? Como os diversos “brasis” lidaram com isso e construíram sua cena?
É através do compartilhamento de experiências que buscaremos respostas para essas questões, a partir do ponto de vista de mulheres procedentes de contextos diferentes, como sudeste, nordeste e centro-oeste.

Participação de Marina Paiva (SP), Daniela Rodrigues (SE), Elisa Gargiulo (SP) e Ludmila Gaudad (DF):

Marina Paiva é militante anarquista e participa de diversas frentes de luta, dentre elas o feminismo riot grrrl/ queer/ anarca. Já participou de projetos como: o site da HardGrrrrls; já tocou nas bandas sundae e clangor; viveu, cozinhou e organizou atividades no espaço libertário Germinal, como o queerfest; participou de atividades no espaço impróprio, como o carnaval revoluçao em 2008. Atualmente faz alguns eventos no espaço libertário Ay Carmela!, além de outras atividades por aí…

Daniela Rodrigues é sergipana, ativista vegana e é envolvida com punk rock, feminismo e etc há algum tempo. Participou de coletivos como Areia nos olhos, FLAG e Wen-do AJU dentro outros. Vem participando ativamente do cenário underground sergipano com o selo diy Barulho de Retardado; com as extintas bandas Triste Fim de Rosilene e Rever, e com as atuais The Renegades of Punk e The Jezebels; e na organização de festivais/eventos/oficinas.

Elisa Gargiulo é ativista feminista de inclinação riot grrrl/terceira onda, fundou a banda feminista de hardcore Dominatrix, o fanzine Kaostica, os coletivos Artemísia e Quitéria, o selo Dykon Records e produz anualmente a edição paulista do festival feminista internacional Ladyfest. Fez falas sobre o feminismo jovem brasileiro em eventos internacionais, como a Conferência de Direitos Humanos Outgames, no Canadá, Ladyfest Berlim, na Alemanha e deu entrevistas sobre o mesmo tema em publicações internacionais como The Advocate, Maximum Rock N Roll e Punk Planet. Trabalha como consultora na elaboração de cartilhas, documentos e carta de demandas de jovens feministas no que toca a questão das lésbicas jovens. Também trabalha via produção audiovisual com a questão da violência contra a mulher e o aborto em campanhas institucionais produzidas por organizações feministas como Católicas pelo Direito de Decidir.”

Ludmila Gaudad é militante feminista, lésbica e vegetariana. Começou escrevendo zines e organizando shows, como por exemplo o festival Caso de mulheres. Participa do coletivo Sapataria e é DJ de rock feito por mulheres na dupla She-ha e Xena. Subiu pela primeira vez aos palcos como vocalista da banda Poena e, atualmente, é vocalista da banda Estamira. Com ambas, tocou em todos os grandes festivais do Distrito Federal e entorno, além de outras cidades. Professora de sociologia e de criminologia, trabalha com mulheres em privação de liberdade. Recentemente publicou o livro  Mulheres do Rock:  rock do df e do entorno sob o ponto de vista feminino com outras seis mulheres.

17:0oh Show

com:

Dominatrix (SP)

Com 15 anos de história, 4 cds , 3 turnês internacionais, aclamado por publicações como Maximum Rock’n’Roll e Punk Planet, o Dominatrix continua intacto em sua mensagem feminista, gritando por mudança através do hardcore e do punk rock.

The Jezebels (SE)

Jezebels é uma banda de punkrock sergipana surgida em 2008 com influências que vão de Runaways à Jack Hill.
Formada inicialmente como um girl-power-trio, são agora Daniela Rodrigues guitarra e vocal, Paloma Marques bateria e vocal e Fábio Barrros, baixo e vocal.  A banda possui membros remanescentes de outras bandas sergipanas como Triste Fim de Rosilene e The Renegades of punk e mantém a tradição, qualidade e vigor destas, um pouco da qualidade musical pode ser apreciado no lançamento, o EP/2009

Baby Lizz (CE)

A Baby Lizz é uma banda feminina de Maracanaú-CE, composta por Jaque vocal,Thais baixo/vocal, Dejane guitarra e Nita bateria. A banda deu início as atividades em 2008; com um som pesado e letras que falam sobre nosso cotidiano, a realidade do país e a colocação da mulher nele. Tem como influências o movimento Riot grrrl, o Punk e o Hardcore. A banda lançou seu primeiro EP “Luxo para os Cegos” em 2009, e atualmente vem preparando o lançamento do seu novo CD em 2011.

Endometriose (BA)

A banda Endometriose surgiu em meados de 2006 por três garotas da cidade de Feira de Santana: Ilani Silva (Baixo), Gabriela Fernandes (Voz e Guitarra) e Norma Juliete (Bateria). A proposta é resgatar as influências musicais de cada integrante e produzir um rock calcado em letras feministas, o que originou um som que transita entre os estilos punk rock, hard core e grunge.

Munegrale (BA)

O Grupo de Rap Munegrale nasceu em 2005 com essência no rap e ritimologia original surgida a partir da mistura com samba, cordel, embolada, soul, blues, ragga, afoxé e outros ritmos tradicionais afrobrasileiro. A proposta do Munegrale é ressignificar e dizer em alto e bom som o que é que a baiana tem?. Com a batida forte e levada dançante o grupo é formado por Simone Gonçalves (Negramone), Carla Santos (Kaianapaz), Deyse Ramos e parceria com DJ Bandido.

Macumba Love (BA)

Formada em 2010 por Leila Grave (bateria), Joanna Orrico (guitarra e vocal), Emília Núñez (guitarra e vocal) e Indira Fagundes (baixo) a banda Macumba Love (nome de um filme trash dos anos 60) surgiu da vontade de tocar músicas que marcaram a adolescência das integrantes da banda. Covers de bandas como Breeders, Veruca Salt, Team Dresch e Elastica, além de músicas próprias, compõem o seu repertório.

Local: Casa de Arte (Pelourinho)/ 15 $

Domingo (23/01)

09:00h Oficina “Comensalidade, Veganismo e Mulheres” com Cooperativa de Rango Vegan

A proposta da oficina é reinventar a concepção de que a cozinha é um espaço inferiorizado. Estigmatizada pelas relações de valores do trabalho doméstico,a cozinha é; pelo contrário aonde  as coisas acontecem, as idéias surgem e a  alegria ferve. Diversas culturas concebem este espaço como lugar de grande valor, de manutenção de tradições, de confraternização e de respeito às mulheres.

Trazendo a essa discussão ao veganismo, a cozinha sim é um lugar político e que pode ir além de conceitos que minimizam relações de poder, assim como especismo, machismo, sexismo e racismo.Buscando através da Comensalidade, a comida vegan, permite trazer discussões mais abertas e informais, como também um espaço de convivência entre mulheres.

14:00h Oficina arte de rua e graffiti com Sista K (Sistas Crew)

Ministrada pela graffiteira Sista K integrante da SISTAS CREW (grupo de graffiteiras) a oficina de arte de rua e graffiti tem como intuito divulgar a arte feita por mulheres e dialogar sobre a relação entre mulheres e a cultura hip hop no Brasil,no Nordeste e principalmente em Salvador.

O graffiti é uma arte de rua e um dos elementos que faz parte da cultura hip hop assim como o break,dj e mc’s.O hip hop é uma cultura das ruas e por conta disso muitos homens que a integram são machistas/sexistas,por isso a importância das mulheres na cena hip hop,não só pra comparecerem em shows,mas principalmente para se agregarem a esse movimento.

Muitas mulheres hoje me dia cantam,dançam,tocam e pintam,os temas que elas utilizam são na maioria das vezes parte de seu cotidiano,porque fica mais facil expressar com ações do que só com palavras.

A importância de um oficina além de informar sobre a participação das mulheres no hip hop é também conscientizar as mesmas e quebrar os paradigmas de que mulheres são rivais,mas sim companheiras.

Na oficina serão passadas informações sobre o hip hop, técnicas de pintura com sprays e técnica de desenhos,confecção de stencils e por fim a produção de um painel.

Valor sugerido: 10 reais por participante.

Endereços:

Espaço Cultural Raul Seixas

Av. Sete de Setembro, 1.001 – Mercês – Salvador. Referência: Ao lado da Caixa Econômica.
Fone: (71) 329-2333

Casa de Arte

Rua Frei Vicente, Pelourinho, Salvador. Referência: mesma rua do GGB e Teatro XVIII.

Cozinha da Cooperativa de Rango Vegan

Rua do Passo, 40 – Pelourinho, Salvador.

10 Comentários leave one →
  1. Gabriela Gomes permalink
    dezembro 23, 2010 6:17 pm

    Só uma observação:
    tem um errinho no endereço da Casa de Arte… “mesmO rua” =)

  2. fernando permalink
    dezembro 27, 2010 4:49 am

    “Todas as oficinas serão direcionadas apenas para mulheres.”

    Mesmo com o direcionamento voltado apenas para mulheres, homens poderão participar das oficinas?

  3. mariettabarreto@yahoo.com.br permalink
    dezembro 27, 2010 12:34 pm

    Gostei para caralho!!! Vou participar ^^

  4. cetilá itas permalink
    dezembro 29, 2010 7:21 pm

    olá! gostaria de participar… é preciso se inscrever? tem certificado?
    valeu!

    • dezembro 29, 2010 11:03 pm

      Para participar das oficinas, é necessária a inscrição prévia através do e-mail nalaminadafaca@gmail.com . Por favor, informe no assunto o título da oficina.

      Este não é um evento acadêmico e nem institucional. Portanto não será dado qualquer tipo de certificado.

  5. janeiro 4, 2011 4:47 am

    Não vou conseguir ir mas divulguei o Festival aqui na nossa comunidade do orkut Ação feminista Curitiba. Parabéns meninas, muito bacana!!! Fico muito feliz quando vejo que há resitência e articulação feminista/riot grrrl!!!Isto me motiva a continuar acreditanto.

  6. Dani Hristov permalink
    janeiro 20, 2011 8:30 pm

    Parece que houve alteração na programação, pq estive no espaço Raul Seixas hj e na programação não estava a oficina de Street dance para as 14hs. Será que sábado vai rolar a de Wendo?

    Grata!
    Dani

  7. Olga permalink
    maio 30, 2011 12:03 am

    Hei vcs conseguem materiais q eu daria um rim pra conseguir
    Como Dont need you é um dos q a legenda já fiquei um dia procurand e n consegui nda
    E outro q queria mto se chama Not bad for girls,tbm u negocio n tá moleza pra encontrar

    Pudiam me ajudar com isso,como eu pudia fazer pra achar as legendas,me estendem a mão
    se eu tivesse como ir aí,não perdia nenhum,a realidad é q moro a uma significativa distancia

    Obrigada,
    sigo acompanhand vcs :*

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