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Teaser Festival Vulva la Vida 2013

janeiro 13, 2013

Festival Vulva la Vida 2013
24-27 de janeiro | Salvador

“Festival”, como o nome diz, vem de festa, celebração. É esse o espírito que queremos para a terceira edição do Vulva la Vida: um festival feminista de verão (em Salvamor, Três Ondas não são suficientes). Um espaço para trocar ideias, afetos, políticas radicais. Quatro dias para debater, dançar, gritar, cantar, fazer amizades, estreitar laços, construir redes afetivas-políticas.
Acreditamos no feminismo como forma de reencantamento desse mundão já tão difícil de ser vivido diariamente!
Dessa vez o VLV “retorna às raízes”: um festival mais curto, com uma programação mais enxuta, porém com um lugar muito especial a ser ocupado por nossas produções (anti)artísticas de resistência às políticas hegemônicas de gestão de corpos e desejos. Construímos contra-discursos desde nossas entranhas-mentes-corações que se recusam a corresponder às expectativas e normas de gênero impostas.
O VLV é um festival faça-você-mesma: convocamos a todas — ráiot grrrls, zineiras, veganas, lobas, bruxas, cozinheiras, badernistas, dyvas, piadistas e a lista só aumenta — para participarem do festival, que acontecerá de 24 à 27 de janeiro em Salvador (Bahia/Brasil).

PROGRAMAÇÃO VLV 2013

dezembro 28, 2012

DIA

HORA

ATIVIDADE

ENDEREÇO

VALOR

24

10h

Bate papo: Experimentos Audiovisuais Feministas

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

24

15h

Memória Fotográfica Feminista: oficina e troca de idéias sobre
fotografia, faça você mesm@ e memória fotográfica feminista

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

24

18h

Abertura oficial com o Coletivo Vulva la Vida

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

25

10h

Oficina: “Sabores e Saberes – um olhar sobre a mulher do campo”

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

25

14h

Oficina “práticas de confiança crítica y outras linguagens”

 

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

25

16h

Lançamento do livro “Etica Amatoria del Desejo Libertario y las Afectaciones Livres y Alegres”

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

25

17h

Feminaria Musical: grupo de pesquisa e experimentos sonoros

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

25

19h

Show acústico da banda Sad Girls por Vida (SP/RJ)

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

26

10h

Oficina “Queens of Yomango”

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

26

14h

Oficina “Com quê roupa?” (participantes devem levar tesoura e agulha para a oficina)

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária sugerida de 5 reais

26

15h

Oficina de montagem de som e palco

Sankofa African Bar (Rua Frei Vicente, n. 7, Pelourinho)

26

18h

Show com as bandas Sóror (DF), La Chatte (SP), Dança da Vingança (DF), Visiona (SP) e Trash No Star (RJ)

Sankofa African Bar (Rua Frei Vicente, n. 7, Pelourinho)

10 reais

27

10h

Projeção do resultado das oficinas “Experimentos audiovisuais feministas” e “Memória fotográfica feminista”

Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, n. 27, Barris)

Contribuição voluntária

27

13h

Mutirão de intervenção urbana

MUSAS – Museu de Street Art de Salvador (Solar do Unhão)

27

15h

Encerramento

Farofada feminista na Praia do Porto da Barra

A contribuição voluntária mínima sugerida é de 2 reais por atividade, que será utilizado para cobrir as despesas com materiais de limpeza e o aluguel do espaço.

Para saber mais sobre as oficinas e debates, clique aqui.

Para saber sobre exposições e mostras que ocorrerão durante o festival, clique aqui.

Para saber sobre os shows e bandas que irão tocar, clique aqui.

Alojamento: o festival disponibilizará algumas vagas limitadas. Se você realmente precisa de um lugar para ficar e confirma a sua participação no festival, mande um e-mail para vulvalavida@gmail.com com o assunto “alojamento”. VAGAS ESGOTADAS!

Todas as atividades, com exceção dos shows, são isentas de homens cisgênero. Respeite!

Apenas a oficina “Queens of Yomango” solicita a inscrição prévia através de e-mail indicado na descrição da atividade.

FESTIVAL VULVA LA VIDA 2013

dezembro 19, 2012
arte por Lina Alves

arte por Lina Alves

O Vulva La Vida é um festival feminista de verão que vai acontecer em Salvador entre os dias 24 e 27 de Janeiro. Um espaço para trocar ideias, afetos e políticas radicais. Quatro dias para debater, dançar, gritar, cantar, fazer amizades, estreitar laços, construir redes afetivas e políticas.

Mostras e exposições que acontecerão durante o Festival Vulva la Vida 2013

dezembro 18, 2012

Proposta de mostra de intervenção: Os feminismos estão passando por aqui (Elismennia Oliveira/GO)

O movimento feminista no mundo e no Brasil existe na forma de movimentos feministas em várias vertentes
que possibilitaram e possibilitam a transformação social das relações de subalternização que mulheres estão colocadas.
Graças a várias vertentes feministas ocorreram muitas mudanças na produção de conhecimento e na significação da vida cotidiana, evidenciando que público/privado são um único lado de uma mesma narrativa.

Nesse sentido, casa, rua, conhecimento, trabalho e corpo são alguns dos vários aspectos contestados e ressignificados a partir de feminismos. Nessa mostra, a proposta é trabalhar algumas dessas ressignificações de forma que estejam evidenciadas a constante reconstrução de identidades de mulheres e homens a partir dos feminismos.

A proposta da mostra de intervenção consiste na exposição de uma “teia de significações”, montada por tiras coloridas, em que estejam pregadas tarjetas com palavras chaves, e entre as palavras, terão objetos (ferro de passar roupa, blusa, salto alto e batom, livros) que estarão pregados a frases de desconstrução que localizem esses objetos em um contexto de opressão e empoderamento de pessoas. A mostra pode ser realizada durante todo o evento, em local que a organização do evento apontar.

Sororidade, irmandade entre mulheres

“Construir desconstruindo.
O exercício da sororidade começa em nossas mãos.
Construir muros sólidos de confiança, desconstruir a rivalidade.
Construir redes de apoio e proteção, desconstruir opressões.
Construir alianças de irmandade, desconstruir o patriarcado.”

Denise Bertolini, lésbica feminista autônoma e militante da Liga Brasileira de Lésbicas de São Paulo.

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Confira as oficinas que acontecerão no Festival Vulva la Vida 2013

dezembro 18, 2012

Bate papo : Experimentos Audiovisuais Feministas

Facilitadora : Bethânia Lira- João Pessoa ( e-mail: bethanialira2000@yahoo.com.br)

Bate papo tem como objetivo incentivar a produção audiovisual autônoma das mulheres, na criação, edição e filmagem. Dialogando sobre uma produção horizontal e coletiva entre as compas, que se identificam com a linguagem audiovisual como um recurso frente as representações das violências machistas.

Abrindo um espaço para trocas de ideias, olhares, intercâmbio de nossas vidas cotidianas e de nossos desejos até mesmo de produções, possibilitando outros canais de comunicação entre nós. Assim, dependendo do caminho que o bate papo for levado, tempo dado pela organização e desejo das participantes (Por todas) proponho um segundo momento de experimentação para criação de materiais de denuncia, sensibilização, reflexão, ação que fortaleça o feminismo.

Portanto,  o audiovisual seja um meio de comunicação comum e acessível entre nós mulheres, independente da sua condição econômica, visto que este instrumento pode ser democratizado nos espaços de vivencias (comunidade, individualmente, coletivos). A utilização de uma câmera fotográfica, filmadora, celular como uma proposta de faça vc mesma, pegue uma câmera e crie seu próprio documentário, ou seu registro mostre e amostre suas ideias contra o patriarcado sobre a imagem da mulher e as diversas temáticas envolvidas.

Como a ferramenta do audiovisual dialoga com nosso cotidiano e com nós mesmas?

Essa é a ideia do bate papo sobre Experimentos Audiovisuais Feministas.

Público: 10  mulheres, lésbicas e trans.

Material: Celulares com filmadora e que tire fotos, máquina fotográfica, Filmadora (quem tiver), data show para exposição de alguns vídeos.

Memória Fotográfica Feminista: oficina e troca de idéias sobre
fotografia, faça você mesm@ e memória fotográfica feminista

Por: Elaine Campos (integrante da Coletiva Anarcafeminista Marana e integrante do Grupo Mulheres Fotógrafas no facebook)

A oficina e troca de idéias tem intenção de reunir mulheres e lésbikas que queriam se apropriar desse universo da  memória fotográfica, e entre o real e o imaginário, tentar construir um caminho para criação de inventário de
memórias e histórias feministas através da fotografia, que é o documento de construção desta oficina.

A memória fotográfica feminista é uma maneira de preservar, organizar e difundir a memória dos movimentos, organizações, entidades e grupos feministas no Brasil, bem como histórias de mulheres e lésbikas que, com suas trajetórias, simbolizam a busca continua e permanente da nossa visibilidade.

Oficina aberta para pensar na construção coletiva de um acervo-inventário com fotografias, documentos, textos, estudos, artigos e informações que representem especialmente a jornada das feministas brasileiras em busca de sua autonomia.

O que precisa: uma câmera fotográfica de qualquer tipo, celular ou qualquer equipamento que tire fotos e muitas idéias estimulantes. Ao final do evento haverá uma exposição através de slides das fotografias feitas ao longo dos dias de festival, além da criação de um pequeno inventário fotografico desta edição do Vulva La Vida.

foto por Elaine Campos

foto por Elaine Campos

http://www.flickr.com/elainecampos
http://www.flickr.com/femmeliberte
“Por uma memória fotográfica feminista!”

Oficina: “Sabores e Saberes – um olhar sobre a mulher do campo”

Todas nós mulheres viventes nesta  sociedade machista e patriarcal, sofremos diversas formas de violência que são invizibilizadas, silenciadas e naturalizadas. É assim que nossos corpos, subjetividades, bens socias, culturais, naturais e simbólicos são invadidos e subjugados.

Nosso bate papo gastronomico tem como objetivo conversar sobre os saberes construidos pelas mulheres camponesas, de que forma o machismo esta presente em suas vidas, quais suas principais reivindicações, movimentos e lutas. Como elas ajudam a construir a Agroecologia, propondo um novo modelo de desenvolvimento rural, produzindo alimentos saudáveis e lutando contra o agronegócio.

E como sabemos que “se o campo não planta, a cidade não janta” vamos discutir de que maneira nossa forma de nos alimentar pode (ou não) se solidarizar com a luta de tais mulheres. Pensar como mulheres do campo e da cidade podem se unir.  Claro que faremos isso com a mão na massa, interligando teoria à pratica, cozinhando coletivamente.

Jubs: bióloga, feminista, paulista radicada na Paraíba para estudar Agroecologia, quiça pra viver por longos anos. Pinta, cozinha (vegetariana de nascença), e tenta bordar, batucar e jogar capoeira.

Jebs: bailarina, bióloga, educadora, feminista. Também se aventura pelos batuques, estradas e vidas sempre acompanhada por uma cachorra.

Bate-papo: Com que roupa? (Lúcia Ellen)

Subversão de gênero: como borrar as fronteiras das identidades de gênero, jogar com suas prescrições e expectativas normativas no interior de uma prática política feminista?

As sociedades constroem nações e conceitos que definem as pessoas e as situações em determinado lugar social. Essas construções são criadas por instituições sociais para rotular os diversos grupos consolidando-os em aglomerados aspectos, pressupostos, expectativas, temores e idealizações. Através desses agrupamentos, estabilizações psicológicas podem ser geradas no discurso desses grupos sociais, como “pobre não tem vez” ou “mulher é mais barbeira do que o homem”. São pequenas frases incrustadas em nosso ser que não questionamos, ou, muitas vezes, não percebemos que em nosso discurso há pequenos traços e afirmações produzidas ou reproduzidas por essas instituições. Os papéis e estereótipos devem ser questionados.

Utilizamos a expressão “vestiu a camisa” quando queremos dizer que uma pessoa está completamente dentro de uma organização, trabalhando totalmente dentro do conceito estabelecido por essa organização. Então, qual é o papel da roupa que usamos?

A roupa exerce uma função específica na construção de nossas identidades individuais ou sociais, por integrar ao nosso cotidiano, deixamos que a frivolidade que a caracteriza afaste-a de nossa percepção como elemento criador, como fôrma e matriz.

É preciso perceber os menores detalhes e entender como podemos mudar algo através de atitudes mínimas como o vestir-se. Gandhi e seus seguidores fabricavam artesanalmente os tecidos da própria roupa e usavam esses tecidos em suas vestes; também incentivava os outros a fazer isso, o que representava uma ameaça ao negócio britânico – apesar dos indianos estarem desempregados, em grande parte pela decadência da indústria têxtil, eles eram forçados a comprar roupas feitas em indústrias inglesas. Se os indianos fizessem suas próprias roupas, isso arruinaria a indústria têxtil britânica, ao invés de fortalecê-la.

Queens of Yomango

Bate-papo, bate-cabelo, bate-palminha, bate-carteira, bate-bola sobre yomango e mulheres

É comum no “meio libertário” a prática do yomango, que nada mais é do que a expropriação de mercadorias dispostas em grandes empresas com ou sem uma conotação política direta e explícita. Yomango é uma gíria espanhola que significa “eu roubo”, e visa estimular a desobediência civil.

Entendemos que o feminismo além de ser uma posição política e uma forma de (sobre)viver é uma prática de desobediência civil, por desafiar, questionar e transgredir o statusquo, que é a base da exploração econômica e social em que estamos inseridxs/vivemos.

Se o feminismo é um esporte de combate, nos propomos a pensar sobre feminismo e yomango: como fazer? porque fazer? além de pensar nas características tradicionalmente atribuídas às mulheres – calma, discrição, sedução, submissão – e em como  elas podem ser utilizadas para essa divertida prática de sabotagem contra o capital que é a arte de mangar/manguear. Nesse sentido, também falaremos da relação entre segurança e cidade, para a arte de mangear.

Além do bate-papo, fofocaremos sobre dicas e truques das trukêras e pretendemos propor as participantes um role para mangar. E no final do rolê faremos um desfile, apresentação, compartilhamento e trocas dos itens adquiridos e um lanchinho vegano e mangeado.

Aproveitando que estaremos todxs e todas em alguma grande loja de vestuário feminino – e que muitas delas são abertamente machistas e anti-feministas – propomos também uma arte-sabotagem nas roupas, interferindo nelas (com adesivos escritos e o que mais a criatividade permitir) para lembrá-los que não só de padrão de beleza se (sobre)vive. Essas ideias são possibilidades. Estamos abertas ao diálogo e novas ideias

A oficina é fechada para homens cisgênero.

Valhéria Ojuara – Diva com a sapiência das ruas que nas horas pares estuda maneiras de sabotar o patriarcado e nas ímpares faz manjares veganis e incorpora a marylhian Gaybrielha.

Carla Duarte – Passa mais tempo do que deveria no tumblr, o que deixa o ascendente em virgem gritando que deveria estar lendo mais.

Inscrições para a oficina através do e-mail: oficinamarota@gmail.com

Oficina “práticas de confiança crítica y outras linguagens” (por Tate)

O objetivo consiste em criar um espaço pra sentir-pensar em como fazer críticas amorosas, bem como sentir-pensar na importância que é dada às críticas (silenciamento, subsilenciamento catártico mas pouco modificador – fofoca venenosa -, base de política de rupturas).

Oficina de montagem de palco (por Luiza Kame e Iani)

A oficina de montagem de palco será composta de duas partes, a primeira com noções básicas sobre som, funcionamento de equipamentos, organização de equipamentos. e uma segunda parte prática, onde será formada a equipe responsável pelo som do show do festival. Parte um: som (altura, timbre, propagação), equipamentos (tipos de cabos, posicionamento de caixas de som, equalização, microfones, …), organização do trabalho (estilo da banda, equipamentos disponíveis, tempo de trabalho). Parte dois: formação da equipe, montagem de palco, teste de equipamentos, passagem de som da primeira banda.

Feminaria Musical: reflexões e experimentações sobre  músicas e feminismos
Esta atividade propõe compartilhamentos de escutas/trilhas, memórias e identidades musicais através da apreciação  de músicas de diversos contextos que questionem o lugar de subalternidade e seus marcadores sociais. É importante que @s participantes tragam também 1 música que integre suas trilhas sonoras. Ao final, teremos um conjunto de sons, reflexões e emoções para sejam ouvidas, pensadas e experimentadas corporalmente e vocalmente, de forma coletiva e improvisatória.

Obs.: venham com roupas confortáveis, tragam qualquer tipo de objeto sonoro (apito, garrafa, caixa de fósforo, instrumento musical, prato, talher, panela, etc.), tragam papel, lápis, borracha, lápis de cor e/ou lápis de cera.

Quem propõe:
O Feminaria Musical: grupo de pesquisa e experimentos sonoros, é um grupo fundado em 2012 na Escola de Música da UFBA e formado até aqui por professor@s e alun@s de diferentes unidades desta instituição. Coordenado por Laila Rosa, musicista, compositora, etnomusicóloga feminista, profa da Escola de Música da UFBA  e pesquisadora do NEIM/UFBA. Pesquisador-colaborador: Michael Iyanaga. Participantes: Eric Assmar, Laurisabel Silva, Sheila Araújo, Neila Khadi, Luciano Silva, Ellen Carvalho, Laura Cardoso e Ariádila Queiroz. 

Coordenação de Laila Rosa

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Confira as bandas que irão tocar no Festival Vulva la Vida 2013

dezembro 17, 2012

DIA 25 – 18h

Endereço: Biblioteca Pública do Estado da Bahia

sad girls por vida

“Sad Girls Por Vida é um trio composto por Carla, Luiza e Marcelo, somos de Barra Mansa (RJ) e São Paulo (SP). Somos uma banda acústica, que usa violão e pandeiro. As melodias são influenciadas por vários gêneros e subgêneros, mas os que caracterizam nossas canções, são, Pop Punk, Riot Grrrl, Folk Punk e Emo. Não somos uma banda de cunho político, mas temos letras políticas e sofremos influência do Riot Grrrl enquanto movimento político e cultural. Nossas letras falam sobre assuntos caros a nós. Feminismo, tristeza, coração partido (ou perto disso, ou se recuperando disso).”
http://sadgrrrlsporvida.tumblr.com/
https://soundcloud.com/sadgirlsporvida

Dia 26 – 18h

Entrada: $10

bixos-bruxas-bulba-shows.-mao

arte por Lina Alves

Bandas:

soror
Soror (DF) são quatro mulheres experimentando a vivência de seus feminismos através de um som lento, solto, que transforma o tocar num ritual faça-você-mesma. voltando agora de uma mini tour por são paulo, trazem em suas bagagens estórias e convites para todas celebrarmos a filoginia.”

dança da vingança

Dança da Vingança é música para se mexer (enquanto canta junto). punk rock que vem do coração, simples e festivo. o patriarcado tentou nos derrubar e a gente se vingou pogando na cara dele.”

http://www.dancadavinganca.bandcamp.com/

la chatte
“A La Chatte é uma banda metade feminista e metade pró-feminista. Repudiamos a violência e a opressão. Acreditamos que a solidariedade e amizade são sentimentos que vão além de se ter inimigos em comum e não apoiamos nenhuma ação, que se diz, feminista e pratica a violência física ou moral contra outro grupo ou indivíduo. De resto, temos 3 discos com canções bem legais: Maybe We Need A Recall, EP la chatte vai a Ibiza / redenção é na balada, bate cabelo, e tal, e Corrida Lunática. La Chatte é Marcelo tocando baixo e cantando e Luiza tocando bateria e cantando.”

Facebook: La Chatte, amizade

Soundcloud: https://soundcloud.com/lachatteamizade
foto por Bia Ferrer

foto por Bia Ferrer

Visiona é uma dupla de música eletrônica lésbica e feminista de São Paulo.

Com um set de músicas próprias e influências sonoras de Tracy and The Plastics, Le Tigre, Peaches, Lesbians on Ecstasy entre outras, as músicas da Visiona falam das armadilhas do heteropatriarcado, como sexismo retrô e “neofeminismo”. A banda é novíssima e o show de estréia será no festival Vulva La Vida.”

https://www.facebook.com/visionamusic
trash no star

Trash No Star é uma banda de Rock, alternativo independente da baixada fluminense (RJ), formada no final de 2010 por Letícia Lopes (guitarra e voz) e Felipe Santos (baixo). Após várias formações está completa com Paulo Igor na guitarra e Angelica Melo na bateria. Com a proposta de apresentar um Rock simples, mas com alguma coisa a dizer, as letras falam de problemas do cotidiano e do universo feminino, alternando entre incendiárias, contestadoras e debochadas. Todos os integrantes são Pro-Choice e fazem parte do projeto Roque Pense! que visa estimular o protagonismo da mulher no Rock e nas ates urbanas. Suas influências vão do Riot Grrrl Punk do Bikini Kill e Free Kitten à canções Lo-Fi, experimentais, abusando de elementos do noise do Sonic Youth, o peso da L7 e Babes in Toyland.

Recentemente tem participado de festivais e eventos locais como o Roque Pense, o 1º Festival de bandas com Mulheres da região, o Cineclube Buraco do Getúlio e o Putz Grila!”, e seu primeiro EP está saindo pelo selo independente Transfusão Noise Records, previsto para dezembro de 2012.”

CONVOCATÓRIA FESTIVAL VULVA LA VIDA 2013 (24 A 27 DE JANEIRO)

outubro 26, 2012

“Festival”, como o nome diz, vem de festa, celebração. É esse o espírito que queremos para a terceira edição do Vulva la Vida: um festival feminista de verão (em Salvamor, Três Ondas não são suficientes). Um espaço para trocar ideias, afetos, políticas radicais. Quatro dias para debater, dançar, gritar, cantar, fazer amizades, estreitar laços, construir redes afetivas-políticas.

Acreditamos no feminismo como forma de reencantamento desse mundão já tão difícil de ser vivido diariamente!

Dessa vez o VLV “retorna às raízes”: um festival mais curto, com uma programação mais enxuta, porém com um lugar muito especial a ser ocupado por nossas produções (anti)artísticas de resistência às políticas hegemônicas de gestão de corpos e desejos. Construímos contra-discursos desde nossas entranhas-mentes-corações que se recusam a corresponder às expectativas e normas de gênero impostas.

O VLV é um festival faça-você-mesma: convocamos a todas – ráiot grrrls, zineiras, veganas, lobas, bruxas, cozinheiras, badernistas, dyvas, piadistas e a lista só aumenta – para enviarem suas propostas para a programação do festival, que acontecerá de 24 à 27 de janeiro em Salvador (Bahia/Brasil).

Dessa vez, definimos alguns “eixos” de prioridade temática na seleção das propostas:

1) Feminismo e anti-especismo: considerando que as opressões estão interligadas, como espécie, corpo, sexualidade, alimentação e gênero podem ser pensados conjuntamente?

2) Subversão de gênero: como borrar as fronteiras das identidades de gênero, jogar com suas prescrições e expectativas normativas no interior de uma prática política feminista?

3) Contra-cultura feminista: como nos representamos? Estamos nos documentando, criando e sabendo dos trabalhos de todaxs? Como a música pode ser entendida como uma práxis feminista? Como a produção escrita e a produção audiovisual pode ser praticada de forma feminista?

As propostas para oficinas, debates, performances, bate-papos, etc, devem ser enviadas até o dia 17 de novembro de 2012 para o e-mail vulvalavida@gmail.com .

No caso de bandas que queiram tocar no festival, as propostas também devem ser enviadas até 17/11, juntamente com descrição da banda mais link para letras e músicas.

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